<i>O Militante</i>
Está já à venda a nova edição d' O Militante, respeitante aos meses de Maio e Junho. O tema de capa é o 1.º de Maio de 1962, sobre o qual são publicados vários textos. Para além do artigo de Abertura, que refere essa data maior da luta contra o fascismo, o tema é tratado na Efeméride, que revela dados históricos sobre essa jornada e remete para a obra de Álvaro Cunhal Rumo à Vitória. António Gervásio assina o artigo A Luta das 8 horas nos campos foi há 50 anos.
A secção Organização é preenchida com um artigo assinado por Francisco Lopes, dos organismos executivos do CC, intitulado Desenvolver e intensificar a luta de massas. Falando de lutas, estas passadas mas com ensinamentos para o futuro, Vítor Ranita escreve sobre O 1.º de Maio de 1982 no Porto – Repressão e resposta de massas; e Adão Mendes O exemplo da luta das 40 horas. Domingos Abrantes recorda Bento Gonçalves e a transformação do PCP em partido de novo tipo.
A secção Juventude é preenchida por dois artigos: Este País também é para jovens, de Ana Sofia Correia, dirigente da JCP; e O País precisa da sua juventude, de André Levy. Odete Santos reflecte sobre A grave questão da prostituição.
Os textos de Domingos Lobo, Os Miseráveis de Victor Hugo – O Romantismo como forma de humanização do real; e de Manuel Gusmão, É preciso travar o caminho de desastre na política cultural, compõem a secção Cultura. Em Economia, outros dois textos: Amanhã teremos fome, de João Vieira, e Assinatura do pacto de agressão – um ano depois, de José Lourenço.
Rui Paz assina União Europeia, uma ameaça à democracia, na secção Internacional.